sábado, 17 de maio de 2008

Transcendente

Mesmo que extirpem de meu peito todo o amor que hoje é seu
Mesmo que se esgote toda a força em mim, que vem de voce
Ainda assim, hei de amar-te como um insano
Pois a vida que há em mim te pertence.


Sem ti só me resta a morte. E não há distância que me faça morrer
E não há guerra que eu não possa vencer, pois trago comigo um amor incontível
Que não esmorece e que é transcendente, ainda que distante.


À mim não existe barreira, que inexorável, pois trago comigo o seu ser entranhado
E a lembrança do que fomos, ainda em presente
Já não me reconheço, posto que sou espelho
E já não me existe vida ou morte, posto que sou eterno, posto que sou a gente.

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