sábado, 17 de maio de 2008

Menina do Braço Gordinho

Eis que é linda e de pureza indizível a menina que sorrí.
De olhar rasgado, pele de porcelana e cabelos de noite
Dotada do que é incondicionalmente belo
De tanto, que a faz desconfiar de tamanha perfeição
Preferindo assim, auto-intitular-se de "menina do braço gordinho"
Julgando-se humana, achando caminhar incógnita entre nós mortais
Sem aperceber-se que nos deixa pelo caminho, a luz dos astros presente no sorriso
E o rastro de amor emanado de sua presença irretocável.

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