Em seis minutos morrerá em mim o pouco de vida que ainda me exíste.
Seis minutos são o suficiente pra que se destrua tudo aquilo que não foi construido e tudo aquilo que a mim me é perfeito e me é a luz.
Enquanto se enche de esperança, ilusão e vida a coisa amada, eu, antagônico, me afogo em minhas mágoas alcólicas.
E sinto que em mim a vida se apaixona pela morte, paixão recíproca, porém impossível.
sábado, 17 de maio de 2008
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