sábado, 17 de maio de 2008

Felipinho (acróstico)

Fatalidade nos afasta
E sempre nos devasta a alma
Leva-nos a crença no perfeito
Impedi-nos de seguir, mesmo que momentaneamente
Pra que o fim? Será castigo?
Interferencia no livre-arbítrio?
Não rogo pelo fim do fim, apenas pela não interferência do ciclo
Hoje fica saudade do que
Ontem parecia eterno.

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