Temo diante da inconstâcia natural de tua alma feminina
Que transcede o exotérico se externando em tua pele morena
De poros que exalam a sensualidade intrinseca a tua presença
Presença distante que me fez tremer e duvidar do real.
Uma boca que fala e toma repentina conotação até então ausente
Sorriso de vida própria e que traz vida a quem outrora moribundo do amor
Sorriso que recrudesce aquele que é da vida descrente
E que faz o cético enaltecer a tua beleza extraterrena.
Quem dera o homem, em sua forma reversa, pudesse alcança-la
Quem dera o mundo fosse feito de mais "voces"
Quem dera eu poder te-la fora de meus pensamentos
E o total vazio em minha mente a trouxesse pra mim.
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
domingo, 14 de setembro de 2008
Nostalgie
Tem dias que de tão inspirados nos somem as palavras
Como se tanto sentimento não coubesse no papel ou se embaralhassem na cabeça
Sentimentos que de tão grandiosos se tornam inexprimiveis
Dias que de tão cheios, se tornam vazios e até chove.
Nesses dias me da vontade de largar o leme, abandonar o barco
Deixar que a tristeza se extravase em pranto e deixar que o pranto semeie a esperança
A lágrima é a expressão mais nobre do desgosto que nos deixa o vazio absoluto
De tão nobre que nem borra o pensamento indescritível no papel.
A vida é tão curta pra se jogar fora dois ou três anos
A morte é tão inesperada pra se deixar que a saudade nos consuma
E a saudade é tão voraz, que nos transporta pra um limbo, algo entre a vida e morte, que nos deixa numa espécie de coma
Um coma induzido que só pede que regresses.
Como se tanto sentimento não coubesse no papel ou se embaralhassem na cabeça
Sentimentos que de tão grandiosos se tornam inexprimiveis
Dias que de tão cheios, se tornam vazios e até chove.
Nesses dias me da vontade de largar o leme, abandonar o barco
Deixar que a tristeza se extravase em pranto e deixar que o pranto semeie a esperança
A lágrima é a expressão mais nobre do desgosto que nos deixa o vazio absoluto
De tão nobre que nem borra o pensamento indescritível no papel.
A vida é tão curta pra se jogar fora dois ou três anos
A morte é tão inesperada pra se deixar que a saudade nos consuma
E a saudade é tão voraz, que nos transporta pra um limbo, algo entre a vida e morte, que nos deixa numa espécie de coma
Um coma induzido que só pede que regresses.
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